quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

OKTOBERFEST - BLUMENAU - SANTA CATARINA











Inspirada na Oktoberfest de Munique, a versão blumenauense nasceu da vontade do povo em expressar seu amor pela vida e pelas tradições germânicas. Sua primeira edição foi realizada em 1984. Consagrada como a segunda maior festa alemã do mundo, a Oktoberfest é a confraternização de gente de todas as partes.
Ela nasceu inspirada na maior festa da cerveja do mundo, a Oktoberfest de Munique, na Alemanha, que deu seus primeiros passos em 1810, no casamento do Rei Luis I da Baviera com a
Princesa Tereza da Saxônia.
Em Blumenau, a Oktoberfest está na alma do povo, faz parte da história de cada um.
Por isso outubro é um mês especial. São 18 dias de festa, em que os blumenauenses se integram com visitantes de todo o Brasil e do exterior.
E não há quem não se encante com os desfiles, com a participação dos clubes de caça e tiro ou com a apresentação dos grupos folclóricos.
A Oktoberfest de Blumenau ostenta um número admirável: em suas 26 edições mais de 17 milhões de pessoas passaram pelo Parque Vila Germânica. Isto significa que um público superior a 700 mil pessoas, em média, por ano, participou da festa desde a sua criação. O segredo para este sucesso é simples: a Oktoberfest de Blumenau é um produto que se mantém autêntico, preservando as tradições alemãs trazidas pelos colonizadores há 160 anos. E são as belezas desses traços que conquistaram o país inteiro.
À noite, é no Parque Vila Germânica que todos se encontram e fazem da Oktoberfest um acontecimento incomparável. Todas as tradições alemãs afloram na sua máxima expressão, através da música, da dança, dos belos trajes, da refinada culinária típica e do saboroso chopp.
A cordialidade do povo, a paz e a beleza da cidade também tornam a festa inesquecível.


A maior festa alemã das Américas
A Oktoberfest teve sua primeira edição em 1984 e logo demonstrou que seria um evento para entrar na história. Em apenas 10 dias de festa, 102 mil pessoas foram ao, então Pavilhão A da Proeb, número que na ocasião representava mais da metade da população da cidade. O consumo de chopp foi de quase um litro por pessoa. No ano seguinte, a festa despertou o interesse de comunidades vizinhas e de outras cidades do país. O evento passou, então, a ser realizado em dois pavilhões.
O sucesso da Oktoberfest consolidou-se na terceira edição e tornou-se necessário a construção de mais um pavilhão e a utilização do ginásio de esportes Sebastião da Cruz - o Galegão - para abrigar os turistas vindos de várias partes do Brasil, principalmente da região Sudeste, e também de países vizinhos. O evento acabou fazendo de Blumenau o principal destino turístico de Santa Catarina no mês de outubro.
Mas, para quem não sabe, a Oktoberfest não é só cerveja. É folclore, memória e tradição. Durante 18 dias de festa os blumenauenses mostram para todo o Brasil a sua riqueza cultural, revelada pelo amor à música, à dança e à gastronomia típica, que preservam os costumes dos antepassados vindos da Alemanha para formar colônias na região Sul.
A cultura germânica o turista confere pela qualidade da festa, dos serviços oferecidos, através de sociedades esportivas, recreativas e culturais, dos clubes de caça e tiro e dos grupos de danças folclóricas. Todos eles dão um colorido especial ao evento, nas apresentações, nos desfiles pelo centro da cidade e nos pavilhões da festa por onde circulam, animando os turistas e ostentando, orgulhosos, os seus trajes típicos.
É por essa característica que a festa blumenauense, versão consagrada da Oktoberfest de Munique, transformou-se, a partir de 1988, numa promoção que reúne mais de 600 mil pessoas. E foi, também, a partir dela que outras festas surgiram em Santa Catarina, tendo a promoção de Blumenau como carro-chefe, fato que acabou por tornar o território catarinense no caminho preferido dos turistas no mês de outubro.


A história começou há quase 200 anos na Baviera
A Oktoberfest de Blumenau, que em apenas uma década se tornou uma das festas mais populares do Brasil, foi inspirada na festa homônima alemã, que teve origem em 1810 em Munique. Tudo começou em 12 de outubro de 1810, quando o Rei Luis I, mais tarde Rei da Baviera, casou-se com a Princesa Tereza da Saxônia e para festejar o enlace organizou uma corrida de cavalos. O sucesso foi tanto, que a festa passou a ser realizada todos os anos com a participação do povo da região. Em homenagem à princesa, o local foi batizado com o nome de Gramado de Tereza.
A festa ganhou uma nova dimensão em 1840, quando chegou a Munique o primeiro trem transportando visitantes para o evento. Passaram a ser montadas barracas e promovidas várias atrações. Neste local apareceram também os primeiros fotógrafos alemães, que ali encontraram um excelente ambiente para fazerem suas exposições. A cerveja, proibida desde os primeiros anos, só começaria a ser servida em 1918. Logo depois, os caricaturistas já retratavam a luta pelos copos cheios de cerveja e pela primeira vez pode-se apreciar nas telas dos cinemas a festa das mil atrações.
Por conseqüência das guerras e pela epidemia de cólera, a Oktoberfest deixou de realizar-se 25 vezes. De 1945 até hoje, aconteceu ininterruptamente. Atualmente, a Oktoberfest de Munique recebe anualmente um público de quase 10 milhões de pessoas. O consumo de cerveja chega a 7 milhões de litros.



terça-feira, 5 de julho de 2011

ECOTURISMO - ESTRADA DA GRACIOSA - PR


         A Estrada da Graciosa, como é conhecida a Rodovia PR-410, é uma estrada pertencente ao governo do Paraná que utiliza a antiga rota dos tropeiros em direção ao litoral do Estado, interligando Curitiba às cidades de Antonina e Morretes.

         A estrada atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil, marcado pela mata tropical e pelos belos riachos que nascem na Serra do Mar. Por isso, em 1993, parte do trecho da Serra foi declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Na região, existem dois importantes parques estaduais: o Parque Estadual da Graciosa e o Parque Estadual Roberto Ribas Lange.

Recantos

Ao longo da rodovia, são mantidos 7 recantos, contendo estruturas de lazer (churrasqueiras, sanitários, mirantes) que facilitam o acesso dos visitantes que querem conhecer as belezas da Serra do Mar paranaense:

    Vista Lacerda
    Rio Cascata
    Grota Funda
    Bela Vista
    Curva da Ferradura
    Mãe Catira
    São João da Graciosa

          Na localidade de São João da Graciosa, em Morretes, há uma bifurcação: a PR-411 conduz através da localidade de Porto de Cima até o centro de Morretes, enquanto a PR-410 segue em seu quarto trecho até um ponto distante 6 Km de Morretes, já na PR-408, que conduz à cidade de Antonina. Para quem se dirige a Morretes, a PR-411 é o trecho mais curto a partir de São João da Graciosa, enquanto a PR-410 é o caminho mais rápido para quem deseja ir à Antonina sem passar por Morretes.

A Rodovia PR-410 possui uma extensão total de aproximadamente 30 km, divididos em 4 trechos:

Entroncamento BR-116 (Quatro Barras)     Início do pavimento poliédrico(paralelepípedo) 9 km     Pavimentado.

Início do pavimento poliédrico     Final do pavimento poliédrico     7,6 km     Pavimentado.

Final do pavimento poliédrico     Entroncamento PR-411 (São João da Graciosa)     3 km     Pavimentado

Entroncamento PR-411 (São João da Graciosa)     Entroncamento PR-408     10,4 km     Pavimentado

Comida Típica da região - Barreado


Disputa-se em Morretes não apenas um lugar nos restaurantes para comer o barreado, mas sobretudo a paternidade e a posse da sua origem têm causado acirradas versões entre Morretes, Antonina e Paranaguá.
Alguns dizem que o barreado incorporou-se à alimentação do caboclo, através do " entrudo", o precursor português do nosso carnaval. Depois da folia, o barreado era servido para "forrar" o estômago.

Outros dizem que o barreado incorporou-se à culinária cabocla através dos tropeiros que subiam e desciam o litoral pelos caminhos das serras e que no final da tarde, quando acampavam para o pernoite, faziam em seguida uma densa refeição ao cair da noite. Alguns explicam que o louro é utilizado como tempero em função das suas propriedades digestivas, já que o barreado é um prato "pesado". Afirma-se também que no passado, o barreado, era levado a um braseiro deveria permanecer por 24 horas no fogo , até " ficar no ponto".

De um jeito ou de outro, todos concordam que a cachaça sempre acompanhou e deve continuar acompanhando o barreado. Símbolo de fartura, de festa e alegria, o nome do prato vem da expressão "barrear a panela", isto é; vedar com pirão de farinha de mandioca e cinza para não se perder a fervura, outros dizem que a origem do termo está ligada ao utensílio de barro utilizado para fazer o cozido.

Hoje, o barreado ultrapassou as fronteiras culturais e a disputa entre Morretes, Antonina e Paranaguá, para se tornar o único mais típico prato do litoral paranaense. Os antoninenses que possuem a mais forte tradição carnavalesca do Paraná, tendem a associar o Barreado ao "Entrudo". Já os morretenses tendem à aproximar a origem do barreado com sua cidade, dizendo que os tropeiros, durante o ciclo da erva doce, traziam do planalto, quando desciam o caminho da Graciosa, um cozido bem temperado que durava muitos dias sem que se deteriorasse. Tempo utilizado pelos tropeiros, até que alcançassem o Porto de Cima.

sábado, 18 de junho de 2011

MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO - CAMPINA GRANDE - PB


Todos os anos, no mês de junho, Campina Grande vive o clima de São João. Um mês inteiro de forró autêntico. A cidade fica tomada de turistas que chegam de todas as partes do Brasil e do mundo. Junho é o mês ideal para se conhecer um pouco mais de nossas tradições, nosso folclore e se divertir.

        A festa junina em nossa cidade é conhecida como “O MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO” e acontece numa área central da cidade chamada de PARQUE DO POVO. Trata-se de uma grande área aberta de 42 mil e 500 metros quadrados, onde em 30 dias, os forrozeiros podem dançar 500 horas do mais autêntico “forró pé de serra”. Nesta época do ano o Parque do Povo é totalmente decorado com, bandeirolas e fogueiras.

        No Parque do Povo existe uma área muito procurada que é o SÍTIO SÃO JOÃO, que nada mais é do que uma réplica perfeita de um sítio sertanejo do interior do estado. No local o turista tem a chance de fazer uma viagem bucólica a um aglomerado de natureza rural, e conhecer fortes elementos que transpõem seus visitantes à década de 40, época em que alguns costumes ainda não haviam sofrido a influência da tecnologia. A cultura popular do Nordeste se faz presente nas formas arquitetônicas da casa de moradia dos sitiantes, na bodega, na capela, na casa de farinha e no depósito de mangai. O SÍTIO SÃO JOÃO é um lugar que retrata os hábitos de uma comunidade rural, inclusive na maneira de cozinhar e dormir.

        Ainda no Parque do Povo, é possível reviver aspectos da história de Campina Grande. No local existe uma cidade cenográfica com várias replicas de prédios históricos da cidade. Na cidade cenográfica o turista pode encontrar a VILA NOVA DA RAINHA, que foi uma das primeiras “praças de desenvolvimento econômico” da cidade. A Vila Nova da Rainha foi o principal “motor” de propulsão para o crescimento de Campina Grande. A Cidade que faz o Maior São João do Mundo, foi um dia conhecida como “Vila Nova da Rainha”. Lugar aprazível, onde os tropeiros (homens que transportavam mercadorias e gêneros de primeira necessidade, no lombo) acampavam. Estes homens a princípio escolheram este local para descanso, e aos poucos o local foi se transformando num ponto comercial. No local existem 15 casinhas, uma capela e um coreto.

        Como nos velhos tempos, o local tenta retratar o comércio de artesanato e de venda de farinha de algodão. As peças de artesanato comercializadas no local, são confeccionadas a partir da mais diversificada matéria prima, como madeira, estopa, bucha vegetal, sisal, barro, couro ou tecido.

        No Parque do Povo também estão instaladas muitas barracas, onde a culinária nordestina não é esquecida. São mais de duzentas barracas, pavilhões e quiosques onde é possível apreciar pratos típicos tais como buchada de bode, cuscuz com carne guisada, pamonha, pé de moleque, delícia de macaxeira, tapioca, curau, bolo de milho, etc.

DICA:
        A cachaça de alambique, produzida artesanalmente na região do Compartimento da Borborema, pode ser uma boa pedida nas noites frias de Campina Grande.

        Outros atrativos:
        Casamento Coletivo


        A devoção aos santos juninos e a crendice popular, que giram em torno de seus poderes, mantêm vivas algumas expressões da cultura popular do Nordeste. Por exemplo, acreditar que Santo Antônio é casamenteiro é tradição que se transfere de geração a geração e que foi absorvida e está sendo preservada pelo Maior São João do Mundo. É por isso que a programação do evento reserva espaço a um “Casamento Coletivo” em pleno Parque do Povo, sempre no meio do mês de junho, entre os dias 12 e 18.

Passeio Expresso Forroviário

        É isso mesmo, você não leu errado não! O nome é correto é Trem Forroviário. O trem forroviário é "movido" a forró, e já se constituiu numa das principais atrações do Maior São João do Mundo.

        O trem do forró, faz o percurso entre a Estação Velha de Campina Grande e o Distrito de Galante, em oito vagões, onde os passageiros podem apreciar uma rica paisagem bucólica, onde florece a vegetação típica da região do semi-árido nordestino.

        A viagem sempre acontece nos finais de semana de junho, sempre saindo às 10h da manhã e retornando no final da tarde. O passeio expresso forroviário, além de bela paisagem, reserva muita animação; pois em cada vagão vai um trio de forró pé de serra para que os passageiros possam se aquecer dançando durante todo o percurso.

        Chegando no Distrito de Galante o turista encontra o ARRAIAL DE GALANTE, montado numa ampla estrutura, onde é oferecido ao turista a prática do turismo rural com passeios a cavalo, ou em carroças de burro ou em jegues. O arraial de Galante tem ainda o “forró no mercado”, com palhoças de forró e um palco de comidas típicas.

Corrida do Jegue

        Este é sem dúvida o evento mais divertido do São João de Campina. Trata-se de uma competição de corrida de jegues que acontece no Parque do Povo, a céu aberto, sempre entre os dias 12 e 16 de junho.

        Os animais se inscrevem no dia e no local da competição e se preparam para a corrida. Os jegues recebem nomes, números e se alinham para correrem em baterias de 4 jegues.

        Confira alguns nomes de jegues que já passaram pelo "jegódromo": burrinho burriquelo, rozana, ozama, burrinho massa, amazan, pinguço, mikael xumaker, etc. Os nomes são uma atração a parte e não visam ofender nenhum dos "homenageados". (qualquer semelhança com nomes da vida real, é mera coincidência).

sexta-feira, 3 de junho de 2011

ECOTURISMO - CAMINHO DO MAR - SÃO BERNARDO DO CAMPO À CUBATÃO - LITORAL DE SÃOPAULO

 
O Ecoturismo Caminhos do Mar é um empreendimento localizado no Parque Estadual da Serra do Mar, abriga inestimável patrimônio ambiental, caracterizado por Mata Atlântica além de um importante acervo histórico cultural que marca períodos da história do desenvolvimento do Estado de São Paulo. Esse acervo é representado pela Calçada do Lorena (1792), primeiro caminho pavimentado com pedras, ligando o planalto ao litoral; pelo conjunto de oito Monumentos construídos em 1922, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil e pelas estruturas do complexo hidroenergético da Usina Henry Borden, construídas no início dos anos 1920. É um lugar privilegiado pelas suas riquezas:

    Quem só conhece as curvas da estrada de Santos pela famosa canção da dupla Roberto e Erasmo Carlos, não pode deixar de desvendar as belezas e mistérios de uma das mais nostálgicas rodovias do País. Após 12 anos de interdição, a Estrada Velha de Santos foi reaberta à visitação em abril de 2004 e desde então recebe os turistas para passeios a pé, no projeto denominado Ecoturismo Caminhos do Mar. Como a região está situada no Parque Estadual da Serra do Mar, uma área de proteção ambiental, as incursões devem ser agendadas com a EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A), responsável pelo roteiro.
O trajeto é auto-guiado com a presença de monitores em pontos estratégicos e compreende todo o trecho de serra da Estrada Velha, na divisa entre os municípios de São Bernardo do Campo e Cubatão. A caminhada pela estrada pode ser feita das seguintes formas:

1. Caminhada Completa: são 16 km, sendo 8 km de descida e mais 8 km de subida. É recomendada às pessoas com bom condicionamento físico e que tenham costume com longos percursos, pois a subida é pesada. Entre subida e descida o tempo estimado é de 6 horas.

 2. Meia Caminhada: são 8 km, sendo 4 km de descida e mais 4 km de subida. Nesse percurso o visitante vai até a metade da estrada, onde estão todos os monumentos e os melhores mirantes para a Baixada Santista. O percurso é recomendado para crianças, idosos, e pessoas com pouco costume de caminhadas. Entre subida e descida o tempo estimado é de 4 horas.

Seja qual for o tipo do passeio escolhido, além de apreciar o charme e a vista deslumbrante da estrada Velha, os visitantes terão a oportunidade de conhecer detalhes de uma das mais ricas biodiversidades do planeta - a mata atlântica, sem deixar de lado passagens marcantes da história brasileira e um rico patrimônio arquitetônico.

Inaugurada em 1844, a via recebeu a denominação de "Estrada da Maioridade", em alusão à emancipação de D. Pedro II. Por ela transitavam carroças e diligências, que faziam a conexão entre a Baixada Santista e o Planalto Paulista. Sobre o leito dessa estrada foi construído, em 1917, o Caminho do Mar, obra que recebeu a primeira pavimentação em concreto da América Latina, possibilitando o tráfego de automóveis, ônibus e caminhões entre São Paulo e Santos.

O Caminho do Mar corta trechos da primeira via aberta para conectar o litoral à capital paulista: a Calçada do Lorena, uma estrada construída em 1792, com pedras, considerada uma verdadeira jóia da engenharia. Por ela, D. Pedro I voltou de Santos, no dia 7 de setembro de 1822, para ganhar as margens do rio Ipiranga, onde emitiu o famoso grito, declarando a independência do País em relação a Portugal.

Em relação à arquitetura, ao longo do caminho há edificações históricas projetadas pelo arquiteto Victor Dubugras, a exemplo do Cruzeiro Quinhentista, alusivo à chegada dos portugueses no litoral vicentino e às primeiras vias de ligação entre a região e o Planalto Paulista.

No quilômetro 47,2 encontra-se o monumento Padrão do Lorena, num dos três pontos de cruzamento da rodovia com a Calçada do Lorena. O Padrão do Lorena é formado por um paredão de pedra, com escadarias, um belo painel de azulejos e um arco de abrigo. Duzentos metros adiante situa-se o Rancho da Maioridade, ponto de descanso e reabastecimento durante a viagem entre São Paulo e Santos, O prédio relembra a antiga Estrada da Maioridade, reproduzindo símbolos da autoridade de D. Pedro II, como as armas do Império com seu escudo e esfera armilar. Na curva onde se encontra, foi preservado o piso em macadame da estrada origina

Situado no quilômetro 45, está o Belvedere Circular, outro ponto de intersecção com a Calçada do Lorena, e no km 43, onde termina a Serra do Mar, encontra-se o Pouso de Paranapiacaba. Nesta bela casa de pedra, que representa a época moderna, a era rodoviária, há um painel de azulejos retratando um mapa rodoviário do estado de São Paulo, com estradas que nem ao menos existiam, demonstrando a visão de futuro de seus idealizadores.

Não muito longe do Pouso de Paranapiacaba está o Monumento do Pico. Construído na mesma época dos demais mencionados, marca o início do trecho de serra da antiga Calçada do Lorena.

Para o passeio:

Use roupa confortável, tênis com solado anti derrapante, boné, protetor solar e repelente contra insetos.

Leve capa de chuva, água e lanche leve, dando preferência a frutas, barra de cereal ou de chocolate.

Recomenda-se o uso de mochila para deixar as mãos sempre livres.

Acompanhe o grupo durante todo o percurso.

Consulte o monitor sempre que precisar.

Recolha sempre o seu lixo.

Conserve os monumentos históricos e cuide do meio ambiente.

Leve do local apenas fotos e boas recordações

Serviço

A Estrada Velha de Santos está aberta à visitação de terça-feira a domingo, das 8h30 às 16h. Os passeios devem ser agendados pelo telefone (11) 3333-7666. Custam R$ 15 aos finais de semana e R$ 10 de terça à sexta-feira. Há estacionamento gratuito para quem for de carro até o Portal de Acesso ao Caminhos do Mar. Endereço: Estrada Caminho do Mar (SP-148), km 42 - São Bernardo do Campo.

Os visitantes/grupos que tiverem interesse podem também descer toda a estrada e sair pela portaria que fica em Cubatão e ir até a rodoviária da cidade para utilizar um ônibus para retornar. Os visitantes podem também fretar, por conta própria, um transporte que pode descer pela Anchieta e aguardá-los no Portal em Cubatão.